NOSSA HISTÓRIA

O Projeto Bagagem passou por uma fase de transição de diretoria e está agora com nova equipe gestora e um novo Plano de Trabalho. Mas chegamos aqui por causa de uma história muito rica de pessoas dedicadas ao desenvolvimento do turismo comunitário no Brasil. Conheça abaixo um pouco desta história. 

A Associação Projeto Bagagem surgiu em 2002 da espontânea iniciativa das colegas de faculdade Cecília Zanotti e Mônica Barroso em organizar viagens pelas comunidades ribeirinhas da Amazônia. Após algumas oportunidades de conviver e se encantar com a simplicidade do modo de vida e a natureza exuberante da região, Cecília e Mônica se perguntaram por que o turismo de base comunitária não é usado com maior frequência em nosso país, já que a atividade proporciona uma experiência de vida única para o turista e uma forma sustentável de geração de renda para o local.

​Com a missão de levar desenvolvimento sustentável às comunidades por meio do turismo, a ONG realizou muitas viagens de experiência. Foram 29 grupos envolvendo 287 turistas. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Alguns anos depois a ONG assumiu também o papel de fomentar o desenvolvimento dessas comunidades através da implementação de projetos em todo o Brasil, valendo a pena destacar:

 

  • Formação em Turismo Comunitário em Juréia, Santos e na Rede Cananéia (SP)

  • Instituto Rosa e Sertão (MG)

  • Projeto de Desenvolvimento do Grãos de Luz e Griô (BA) e

  • Turismo Comunitário como Alternativa de Geração de Renda para as Comunidades Caiçaras da Ilha do Araújo e Trindade em Paraty (RJ).

No edital para fomento ao Turismo de Base Comunitária do MTur (2008) o Bagagem captou recursos para fomento à Rede Brasileira de Turismo Solidário e Comunitário (TURISOL) que existia desde 2003, mas não tinha ainda realizado um encontro próprio. O I Encontro Turisol foi realizado na Bahia em 2010 e neste ano a ONG também editou 7 publicações com informações do próprio Projeto Bagagem e das 06 iniciativas mais atuantes na Rede naquele momento: Rede Tucum, Acolhida na Colônia, Saúde e Alegria, Fundação Casa Grande, Pousada Uacari e Aldeia dos Lagos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Com a saída de Mônica e depois de Ciça por questões profissionais e pessoais, o Bagagem ficou por um tempo sendo liderado pela então colaboradora Bárbara Muñoz. Com o encerramento dos projetos que estavam em andamento, o Bagagem teve um período de inatividade até ser retomado em 2014. O primeiro modelo de retomada foi uma investida da Raízes Desenvolvimento Sustentável no mesmo modelo em que havia gerenciado outras organizações do terceiro setor como a Aliança Bike, a Abramas, a RedeJur e ABETA, esta última também no setor do turismo. 

 

Após um período de hibernação, uma nova diretoria assumiu a ONG com a missão de reativar a Rede e realizou em Brasília o II Encontro Turisol (2015) com mais de 180 participantes de todas as partes do Brasil, consolidando o Projeto Bagagem como um importante ator na aglutinação das iniciativas e parceiros do turismo de base comunitária. 

 

No início de 2016, a eleição de diretoria foi adiantada pela mudança da presidente e um conselheiro para a Europa. Na ocasião, parte da equipe que resgatou o Bagagem na Raízes decidiu se dedicar voluntariamente ao prosseguimento da ONG. O Projeto Bagagem assinou a declaração de Berlim para o turismo sustentável, no evento "Transforming Tourism," realizado na cidade em Março de 2017. Participou ativamente na organização do II Fórum Global de Turismo Sustentável, durante o Fórum Social Mundial em Salvador em 2018, ano em que foi finalista no prêmio nacional do turismo do MTur. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Agora em 2020, com uma nova diretoria, a ONG tem uma equipe 100% voluntária que mescla entre seus diretores, conselheiros e colaboradores antigos amigos do Bagagem e entusiastas mais recentes. Você pode conferir um pouco mais sobre nós e nosso plano de trabalho para a gestão de 2020-2023 aqui: Sobre o Projeto Bagagem & Nosso Plano de Trabalho

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O Projeto Bagagem foi considerado um negócio social inovador pelo Global Development Network (2006), venceu o prêmio Seed Awards da ONU (2007), conquistou financiadores como Kellog Foudation, Ashoka, Tam e Ministério do Turismo, e representou o Brasil em eventos do setor na África do Sul (2007), Guiana (2011), Nicarágua (2014), e Alemanha (2017).

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Prêmios & Reconhecimentos